Golfinho
Cachorro
Pinguim
Tubarão
Elefante
Depois
disto perceber quais sensações são guardadas desnecessariamente: abandono, por
exemplo, perda de entes queridos, ciúmes infundados, relações obsessivas.
Para
responder a estas questões, devemos saber que sucesso profissional é diferente
de estar feliz com a escolha realizada. Somente podemos dizer que gostamos de
uma profissão, quando conhecemos suas interfaces. A orientação vocacional, que é
realizada com muita perfeição pelos profissionais da Psicologia, possibilita ao
orientando, conhecer mais sobre suas escolhas e faz com que entenda os
objetivos estabelecidos a curto, médio e longo prazo. Os Psicólogos possuem
instrumentos, jogos e testes que possibilitam a nitidez das escolhas
profissionais e reorientação de carreira. Destaca-se assim o “jogo
das profissões” criado e elaborado pela Doutora em Psicologia Sandra Bertelli,
que é docente da Unisa (Universidade de Santo Amaro). Para
que a escolha profissional seja integra, é necessário que o sujeito tenha em
vista três pontos fundamentais chamados de “A fórmula do Sucesso”:
Para responder a sua
pergunta é necessário ter isso claro, pois saber o que é inato e o que é
aprendido exerce uma grande diferença.
Assim deve ficar mais clara
a compreensão. Você disse que é Homossexual, então pode-se concluir que você
tem a identidade homossexual, até aqui tudo bem? Acho que sim. Você pode
escolher em ter ou não relacionamentos homossexuais, em ter contatos sexuais
homossexuais. Porém se não escolhesse mudaria sua identidade? Claro que não.
Você é livre para escolher ter contatos homossexuais, a liberdade se
encontraria aqui. Você não é livre para ter a identidade homossexual.
Agora em outra perspectiva,
imagine que você escolha ter comportamentos sexuais homossexuais, mas desta vez
você aceite sua identidade. Você seria “escravo” das consequências de ficar
satisfeito com os comportamentos executados, se aceitar como homossexual, ficar
feliz consigo, se sentir satisfeito e da mesma forma, seria você que escolheu
em executar os comportamentos. Por isso além da escolha em executar
comportamentos tenha em vista o modo que você olha para eles. Você é livre para
fazer escolhas e é escravo das consequências. Quando me refiro à palavra
escravo quero dizer que, de modo automático, se tem consequências
independentemente dos comportamentos, porém as consequências nem sempre
precisam ser aversivas, muito pelo contrário, podem até ser muito produtivas e
satisfatórias, mas serão sempre consequências dos comportamentos executados de
maneira inevitável.
Um fator que pode prejudicar
o ingressante ao curso é a inflexibilidade em teorias pré-estabelecidas, é
preciso maturidade para desconstruir teorias que até então adquirimos como
verdades, não nos dados conta que são embasadas no senso comum, então por isso
haverá fatores divergentes a nossas crenças particulares isso é inevitável pois
a psicologia é uma ciência e o ingressante deve saber desde o princípio que
haverá divergências constantemente em crenças particulares.
Outro fator que surge nos
primeiros semestres é o conhecimento de que na psicologia existem diversas
linhas teóricas, ou seja, diversas visões a respeito da psicologia como a
Psicanálise a Análise do Comportamento, o Humanismo, a Gestalt-terapia, a
Terapia Cognitiva. A preocupação em que linha teórica teremos deve ser colocada
em segundo plano. A princípio é de vital importância que deve-se ter uma mente
aberta para estudar e conhecer todas as possibilidades pois não existe problema
algum em ter interesse por mais de uma linha teórica, com o passar dos anos isso
será percebido de maneira mais madura.
Gosto de chamar o primeiro
ano do curso de psicologia de ASPIRANTADO, de aspirar, ou seja, considero o
primeiro ano como o momento de adquirir conhecimento do que realmente é a
psicologia. O ingressante do curso deve ser como uma esponja, ASPIRAR tudo o
que lhe é apresentado e como já foi dito, “QUEBRAR” todos os conceitos
pré-estabelecidos.